Em todos os tempos, desde que o homem existe, existe o conhecimento sobre a força curativa das pedras – pedras preciosas e cristais. Segundo a tradição, pedras preciosas e cristais são seres vivos, assim como as plantas, animais e nós, seres humanos. No decorrer da nossa vida estamos sendo acompanhados pela luz e pelas cores, como também pelas formas e figuras. O significado dos cristais em relação ao conceito “informação” não precisa ser explicado muito nessa era dos chips dos computadores, que são cristais produzidos artificialmente, “amorfos”, e que recebem uma informação específica.
É certo que, desde sempre os cristais e pedras preciosas foram considerados algo vivo, que foram concebidos e que nasceram desenvolvendo durante muito tempo uma beleza que toca todas as pessoas. Talvez esta seja a explicação (mesmo não sendo “científica”), pela qual cristais e pedras preciosas tem um poder curativo.
Todas as pedras e cristais são individuais no seu ser, possuindo um programa próprio que contém informações especificas. Pedras preciosas são “seres” que emanam informações para fora, mas elas contêm muitas informações, especialmente quando se trata de estruturas cristalinas. Sabemos hoje, pela tecnologia Nano, que o cristal de silício, produzido artificialmente, pode receber informações que podem ser usadas dentro de uma rede e que estas informações também podem ser liberadas. Criaram-se cristais sintéticos, artificiais, que recebem um “significado”, quer dizer informações específicas. A revolução técnica não pode mais existir sem estas informações cristalinas.
Segundo a tradição, o cristal de rocha liberta o homem de obrigações, amor errado e agressões. Essa pedra semipreciosa está envolvida por uma aura de luz que é capaz de queimar sentimentos negativos e reações. Através do cristal de rocha recebemos clareza sobre nossa vida e sobre nossos sentimentos. Por outro lado o cristal de rocha passou durante seu milenar desenvolvimento por varias épocas dessa Terra acumulando informações. Ele carrega muitas informações diferentes.
Foi a partir deste conhecimento, de que os cristais de rocha contêm muitas informações não específicas e que cristais produzidos artificialmente podem receber informações específicas, que Peter Mandel concebeu a ideia em imprimir informações em uma pedra “amorfa”, para poder usar depois seu conteúdo específico. Ele imaginou que poderia dar um significado a um ”cristal vazio “para poder regular em seguida certas informações vitais desequilibradas através da ressonância. O seu objetivo era usar cristais lapidados exatamente como o holograma Terra” da chamada “geometria sagrada” ensinada há milênios de anos através de palavras e peia literatura.
Este objetivo foi realizado graças á firma Svarowski, da Áustria, que lapidou em um trabalho muito longo o cristal ativador e todos os outros cristais menores. O cristal de Svarowski está sendo produzido em um processo especial sob a influência de fogo e muito calor, de elementos naturais como quartzo e potassa (carbonato de potássio). O resultado é que a estrutura desse cristal não contém nenhuma informação, ele é puro, podendo receber uma informação específica. Como já foi mencionado, o cristal de rocha passou durante o seu desenvolvimento por várias épocas dessa Terra, contendo e carregando muitas informações. O cristal puro de Svarowski tem formas determinadas, dimensões, lapidações, gravuras e cores que têm a capacidade de se concentrar exclusivamente naquilo que queremos alcançar.