História dos cristais

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Como se formam os cristais?

Apesar de parecer que os cristais são uma coisa muito nova, quando entramos no estudo de civilizações bem antigas, percebemos que faziam parte dos seus rituais diários.

Os egípcios acreditavam que adornar as máscaras fúnebres com cristais lhes conferia maior proteção, para além de as tornarem mais bonitas, e sabe-se que Cleópatra usava quartzo rosa na pele para se manter jovem e bonita.

Na China, o jade é considerado um cristal de boa fortuna e continua presente em muitas casas e, em várias tribos americanas, o quartzo era usado em rituais ligados à chuva e à abundância de água. Ora estes seres incríveis formam-se no interior da nossa terra através de processos geológicos que podem durar milhares de anos e em que a temperatura, a pressão existente no local e a composição química vão criar diferentes cristais, com diferentes misturas e formas. Após um arrefecimento de tudo aquilo que os compõe, começam então a formar-se camadas distintas, criando assim os cristais que encontramos.

E como funcionam os cristais?

O quartzo é capaz de conduzir energia. E de onde vem isto?

No século XIX, Pierre e Jacques Curie fizeram uma experiência e conectaram um quartzo a um medidor de som e, ao baterem no quartzo, perceberam que ele produzia um pequeno sinal elétrico. Da mesma forma, ao apertarem um quartzo, chegaram à conclusão de que acontecia a mesma coisa: era produzida voltagem. Assim podemos dizer que foi graças a esta dupla que se descobriu a piezoeletricidade, que, de forma resumida, significa que quando colocamos pressão de forma mecânica num cristal de quartzo, esta pressão forma voltagem e dá-se um sinal elétrico. O mesmo tipo de comportamento foi encontrado no topázio e na turmalina.

O quartzo é composto por sílica que é produzida através de uma reação entre silício – o segundo elemento mais abundante na terra – e oxigénio. A diferença entre um e outro é que o silício é um elemento e a sílica um composto. Ora aquilo que surge em diferentes aparelhos eletrônicos é silício. Ou seja, não vais encontrar nenhum cristal de quartzo formado dentro do teu computador. No entanto, o silício é um semicondutor de energia e, como parte da estrutura do quartzo, torna este mineral altamente capaz de gerar e expandir energia. Ao perceber isto, a comunidade metafísica descobriu que cada cristal tem um campo energético capaz de interagir com a nossa própria energia e expandir ou potenciar a energia de outros cristais à sua volta, pelo que o interesse em usar cristais em terapias energéticas começou a aumentar com estas descobertas.

O engenheiro da IBM, Marcel Vogel, foi um dos grandes impulsionadores na utilização de cristais, em especial do quartzo, ao ter feito descobertas interessantes na forma como o cristal de quartzo hialino interagia com a água. Sendo o corpo humano maioritariamente composto por água, Vogel desenvolveu um bastão, patenteado como varinha de Vogel, que é facetado seguindo a geometria sagrada. Este tipo de cristal permite ressoar com todos os líquidos do nosso corpo conectando a energia do corpo áurico à do corpo físico.

Vogel descobriu também que este tipo de cristal tinha capacidade de reter informação e grande parte do caminho na programação de cristais de quartzo começou aqui

As diferentes formas de cristais

No universo dos cristais, existem imensas formas de cristais que ajudam a que a energia se expanda de formas diferentes. Conhecer algumas destas formas, ajuda-nos a escolher de forma mais sábia o tipo de cristal de que precisamos.

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