Sintomas são manifestações da sombra muito acessíveis devido ao fato de terem emergido das profundezas da alma para a superfície do mundo corpóreo, tomando-se assim xcepcionais indicadores do caminho da perfeição.
Entretanto, quando o corpo expressa dolorosos sinais de alarme, muitas pessoas tentam subjugá-los com comprimidos sem aprofundar-se em busca das causas. Por que justamente os sinais do corpo não significariam nada?
Nossa saúde já estaria atendida se tratássemos o corpo de maneira tão consciente como o fazemos com qualquer máquina.
Os pulmões são o órgão da troca de gases, com sua ajuda nós também nos comunicamos, pois a linguagem surge através da modulação do fluxo respiratório. Todos nós respiramos o mesmo ar e, portanto, estamos em contato uns com os outros através dos pulmões. No
corpo, os dois pulmões ligam o lado esquerdo e o direito, assim como a respiração também liga a consciência com o inconsciente. Nenhuma outra função orgânica tem acesso aos dois planos de maneira tão equivalente.
Com o órgão pulmão é enunciado também o plano do problema e o tema do contato, da comunicação.
Cada sintoma é a expressão de uma idéia que afundou no corpo, sendo portanto um padrão que falta à consciência. Ele pode ser tratado com uma informação medicamentosa ou espiritual semelhante.
O conceito de causalidade esta no caminho da medicina tanto no que se refere ao conteúdo como à mensagem transmitida pelos sintomas. Assim como as ciências naturais, ela chegou à conclusão de que tudo tem uma causa que se encontra no passado. Seu objetivo é encontrá-la e eliminá-la.
Várias experiências comprovam que seres vivos em um campo comum estão ligados uns aos outros de maneira inexplicável, de maneira muito semelhante às partículas gêmeas dos físicos atômicos. Eles vibram ao mesmo tempo no mesmo plano de vibração e comportam-se quase como se fossem um ser, comparável talvez a um grande cardume de peixes ou um campo de trigo sobre o qual o vento sopra. Nas situações que foram observadas, não havia nem mesmo tempo para que se comunicassem entre si no sentido tradicional.
O americano Conden pôde descobrir algo semelhante entre seres humanos. Ele filmou de perfil e em câmara lenta pessoas que se comunicavam. Com isso constatou-se que tanto a pessoa que fala como o ouvinte estão ligados no mesmo instante por movimentos minúsculos, chamados micromovimentos. Este vibrar um com o outro está presente em todos os seres humanos, com exceção das crianças autistas. Está-se aqui na pista de uma conexão que, no âmbito da vida orgânica, corresponde aquela inexplicável e característica conexão das partículas físicas elementares.